domingo, 26 de junho de 2011

Ida a Fátima - 2010

No ano passado em Julho, fui a Fátima com os meus pais. Eu tinha acabado de ler o livro da Alexandra, Vôo Sensitivo e estava numa fase energética tranquila, com a minha Essência viva, e o canal muito aberto. Foi mais uma experiência fantástica. Aprendi mais umas quantas coisas.
Levei um caderno e escrevi alguns apontamentos sobre o que ia sentindo e mensagens que recebi.
Acendemos as nossas velas, fomos à Capelinha das Aparições onde me emociono sempre, fomos à nova igreja onde senti uma energia imponente. A Estátua erguida em homenagem a João Paulo II também foi local de paragem. Faz-nos sentir bem, olhar para aquele homem, ou neste caso, para o que o representa.
Depois fomos de novo à Capela, onde já estava a dar a missa, e quando terminou, pois já estava quase no fim, fomos ao altar-mor. Dirigimo-nos ao local onde estão sepultados os pastorinhos. Tanta gente para adorar aqueles anjinhos, com tantos pedidos e tantas oferendas... também pusemos umas moedas. O Francisco sempre foi o que mexeu mais comigo. E quando estava junto dele, fechei os olhos e tentei senti-lo, o que ele sentia com tudo o que se passa dentro daquele recinto e as palavras dele foram "Nós não precisamos de dinheiro, nós precisamos de amor". Um sorriso no rosto e uma paz no coração foi o que vi e senti nele, e se reproduziu em mim, em forma de gratidão. Saímos e ficámos na missa na igreja principal. Também local imponente, onde senti muita coisa. As palavras do padre foram profundas (mais ou menos assim): "Ser cristão hoje já não é so ir à missa ao Domingo e acreditar que se está salvo. É viver no amor no dia-a-dia, é sentir o amor no coração e agir de acordo com o que Jesus no pede."
Gostava muito que as pessoas entendessem o verdadeiro significado desta mensagem, que resume toda a verdade desta nova era que estamos a vivenciar.
Em todo este processo estive sempre em acção, ou seja, a limpar. Limpava as pessoas, limpava o espaço, tentava sentir cada vez mais a energia de Cura, Os Seres de Luz, e Jesus. Talvez por me sentir influenciada com as descrições da Alexandra no seu livro sobre as experiências em França e no Vaticano, mas fiz o que senti que tinha de fazer. O mais emocionante veio a seguir.
A missa acabou, saímos e descemos pelo lado contrário ao que entrámos, como se estivessemos a fazer um circulo. Ao atravessarmos o Santuário, de novo em direcção à Capela das Aparições, mais ou menos a meio, eu senti como que uma força a fazer-me parar. Senti, fechei os olhos e vi dois feixes de Luz a uma altura de três metros acima de mim. Pareciam rampas de Luz como vemos nos filmes nas naves espaciais. Não eram de naves, mas eram rampas de Luz, de ligação ao Céu, ao Hospital Cósmico, para tratamento das Almas. Uma dizia "Vivos" outra dizia "mortos". Fiquei estupfacta, mas super feliz. Activei toda a minha intenção de encaminhar as almas (mortos) e de limpar os vivos, e senti uma força energética estrondosa e uma leveza como nunca tinha sentido antes. Tanto em mim, como no próprio local.
Será algo que jamais esquecerei.
Obrigada Jesus.

(Para quem não sabe, esclareço que Fátima é um chacra da Terra, um chacra de Limpeza, por isso a sua energia é tão forte. é através do chacra de Fátima que fazemos as Limpezas como Jesus nos ensinou: tanto a Limpeza Espiritual como o Encaminhamento de Almas. Daí a razão do que vi no Santuário.)

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